nstituto Butantan desmente fake news e afirma que vacinas têm taxas de eficácia diferentes, mas todas protegem contra a doença
É falsa a informação de que, ao tomar vacina contra o coronavírus, as pessoas ficam com a imunidade mais baixa. O caso foi esclarecido pelo Instituto Butantan, responsável pela distribuição da Coronavac no país e pela produção da vacina brasileira Butanvac.
Segundo o Instituto, uma fake news que circula na internet diz que o imunizante contra a covid-19 afeta o sistema imunológico e deixa o indivíduo propenso a contrair a doença.
No entanto, o Butantan, bem como as demais desenvolvedoras dos imunizantes, garantem que as vacinas têm taxas de eficácia diferentes, mas todas protegem contra a covid-19, criando anticorpos contra o novo coronavírus.
"Além disso, não prejudicam o sistema imunológico no combate a essa e outras doenças", acrescentou o Instituto.
REAÇÕES
De acordo com a bióloga com doutorado em genética humana Luciana Maria de Hollanda, toda e qualquer vacina pode causar algum tipo de reação principalmente em resposta aos componentes da injeção.
"As reações mais comuns são vermelhidão e inchaço no local, pode também desencadear tontura e febre. Em casos raros, alguns imunizantes desencadeiam efeitos colaterais graves. Porém, o risco disso ocorrer é menor do que contrair a doença", disse.
A infectologista Priscila de Marco da Silveira Frazão acrescenta que tais reações são normais, geralmente suaves e diminuem 72 horas depois de tomar a vacina. Esses efeitos inclusive mostram que a vacina é eficaz, viso que estimula o sistema imunológico. "As reações são leves melhoram rapidamente".
Aprovadas pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e Anvisa (Agência Nacional de Vigilância em Saúde), no Brasil, as vacinas Coronavac e AstraZeneca, são seguras e promovem imunização contra o vírus.
Por volta de 1920 um casal de paulistanos, donos de algumas propriedades também no interior de São Paulo, entre elas, uma fazenda de cultivo de café em Indaiatuba, ao constatar a impossibilidade de terem filhos legítimos decidiram que seus bens deveriam ser transformados em obras sociais que fossem desfrutadas por toda uma comunidade carente. É assim que começa a história do "filho" de Augusto e Leonor de Oliveira Camargo: a Instituição Beneficente Augusto de Oliveira Camargo, atual Fundação Leonor de Barros Camargo, mantenedora do Hospital Augusto de Oliveira Camargo (HAOC), hoje com mais de 80 anos de serviços prestados à população local. Segundo o atual provedor da Fundação Leonor de Barros Camargo, o Sr. Roberto Lara, naquela época, seus tios Augusto e Leonor, se sensibilizaram com a precária assistência à saúde a que se submetiam os trabalhadores das fazendas existentes em Indaiatuba. Com o auxílio e experiência dos profissionais que atuavam no primeiro hospital da capi...

Comentários
Postar um comentário