Ela é responsável pela saúde dos ossos e músculos – sem ela, não conseguiríamos nem ficar em pé, nossos ossos e dentes seriam frágeis e não teríamos força muscular adequada.
Ela é responsável pela saúde dos ossos e músculos – sem ela, não conseguiríamos nem ficar em pé, nossos ossos e dentes seriam frágeis e não teríamos força muscular adequada. Ela também é importante para a imunidade e pode ser um fator de proteção para alguns tipos de câncer. A responsável por essas ações é a vitamina D, cuja função é aumentar a absorção de cálcio e fósforo no corpo. Diferente de outras vitaminas, a D é a única que pode ser produzida pelo organismo. Embora esteja presente em alguns alimentos, sua origem principal vem de um hábito simples: tomar sol. “A vitamina D funciona como um hormônio pelo fato de ser produzida num local do corpo e agir à distância em outros órgãos”, compara Patricia Dreyer, endocrinologista do Fleury Medicina e Saúde.
SEM FILTRO
Para produzir vitamina D, o ideal é tomar sol sem filtro solar com o máximo de partes do corpo expostas por pelo menos 20 minutos ao dia. O sol do início da manhã e do final da tarde produzem menos vitamina D que o horário de pico, entre 12 e 14 horas. Porém, esse é justamente o horário proibido pelos dermatologistas pelo maior risco de câncer de pele. Se o uso de protetor solar, por um lado, é fundamental para a saúde da pele, por outro, é uma barreira que impede a ação dos raios UVB. Segundo Patricia, o bom-senso deve prevalecer: o excesso de sol é ruim, mas em quantidade moderada pode ser saudável.
Máx. 1h | Mín. 20 min.
O sol é responsável por até 90% da vitamina D que o corpo recebe
OL, LUZ, AÇÃO!
Durante a exposição solar, os raios UVB penetram na epiderme, a camada mais superficial da pele, e produzem uma reação fotoquímica cujo resultado é a produção de vitamina D. Ela cai na circulação sanguínea e passa por uma ativação no fígado e, posteriormente, no rim. É somente após passar por essas etapas que ela executa suas ações: aumentar a absorção de cálcio e fósforo no intestino e estimular a mineralização dos ossos e a função muscular.
ALÉM DO SOL
Alguns alimentos são ricos em vitamina D, como os peixes gordurosos, os cogumelos secos e o óleo de fígado de bacalhau. Mas seria preciso consumir uma quantidade grande para suprir a necessidade do organismo. Já o sol é responsável por até 90% da vitamina que o corpo recebe. “O salmão, por exemplo, é rico em vitamina D, mas não as espécies criadas em cativeiro, que possuem uma quantidade bem menor da vitamina”, diz Patrícia.
VIDA MODERNA
A chance de deficiência de vitamina D aumenta com o estilo de vida moderno, especialmente nos grandes centros, onde as pessoas ficam o dia todo em locais fechados, sem contato com o sol. Mesmo quem mora em regiões ensolaradas, como cidades litorâneas, pode ter deficiência da vitamina pelo simples fato de trabalhar o dia inteiro em ambientes fechados e não ter praticamente contato com o sol.
CUIDADO: FRÁGIL
Em adultos, a carência da vitamina D não provoca sintomas, mas leva à perda óssea, que pode ser silenciosa e se manifestar apenas em pessoas com mais idade, na forma de fratura, por aumentar o risco de osteoporose. Pode, ainda, reduzir a força muscular e aumentar o risco de quedas, especialmente em idosos. Em crianças, a deficiência severa da vitamina pode levar à alteração do crescimento e da mineralização óssea (raquitismo). Vale lembrar que a única forma de saber se existe deficiência de vitamina D é dosar sua quantidade no organismo por meio de exame de sangue.
EM PÍLULAS
Faz tempo que não vê o sol? Não se desespere. De acordo com Patricia, a suplementação substitui a necessidade de sol obrigatória em pessoas com deficiência de vitamina D. Outra solução é enriquecer alimentos com a vitamina. “Países como a Holanda, por exemplo, adicionam vitamina D a alimentos como o leite para evitar a deficiência numa população que tem poucos meses de sol ao longo do ano.”
fonte Fleury
Por volta de 1920 um casal de paulistanos, donos de algumas propriedades também no interior de São Paulo, entre elas, uma fazenda de cultivo de café em Indaiatuba, ao constatar a impossibilidade de terem filhos legítimos decidiram que seus bens deveriam ser transformados em obras sociais que fossem desfrutadas por toda uma comunidade carente. É assim que começa a história do "filho" de Augusto e Leonor de Oliveira Camargo: a Instituição Beneficente Augusto de Oliveira Camargo, atual Fundação Leonor de Barros Camargo, mantenedora do Hospital Augusto de Oliveira Camargo (HAOC), hoje com mais de 80 anos de serviços prestados à população local. Segundo o atual provedor da Fundação Leonor de Barros Camargo, o Sr. Roberto Lara, naquela época, seus tios Augusto e Leonor, se sensibilizaram com a precária assistência à saúde a que se submetiam os trabalhadores das fazendas existentes em Indaiatuba. Com o auxílio e experiência dos profissionais que atuavam no primeiro hospital da capi...

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